Você está se sentindo sobrecarregado e acha que não vai dar conta?

Empreender não é fácil, mas a maioria das pessoas torna a tarefa ainda mais difícil. Você está se sentindo sobrecarregado e acha que não vai dar conta? Descubra com o Projeto Jovem Empresário como trabalhar o seu autoconhecimento e aprender a hora certa de ir e ficar.

Uma das características de empreender é ter que trabalhar bastante, e o empreendedor precisa estar preparado para esta rotina que é bastante exigente e cansativa. Estar sobrecarregado é comum, até mesmo porque o empreendedor acaba assumindo muitas obrigações com o seu negócio, principalmente no início de uma nova jornada.

Torna-se comum o empreendedor acordar preocupado com a quantidade de trabalho que não conseguiu realizar no dia anterior e que acabou ficando por fazer. Ter muita coisa para fazer é normal. Não conseguir realizar algumas tarefas programadas no dia, pode acontecer. Mas se isto é recorrente e acontece quase todo dia, aí é um problema, e este problema pode ser do empreendedor.

Quando estamos expostos a uma rotina cansativa e que nos cobra diariamente para apresentar desempenho e resultados, é comum acionarmos alguns bloqueios mentais, que é uma reação da nossa mente e do nosso subconsciente de que estamos colocando nosso corpo muito próximo do limite. Neste contexto, o cansaço e a sensação de exaustão aumentam, e isto pode influenciar a motivação do empreendedor.

Uma das formas de trabalhar neste ritmo intenso é o empreendedor trabalhar com o seu emocional e com a sua programação mental, tentando se preparar para este contexto. Uma das coisas necessárias é a organização de tarefas do dia, com prazos e metas bem definidos, e dividir o trabalho do dia a dia tarefa por tarefa.

O empreendedor tem que trabalhar o seu emocional para focar em apenas uma tarefa por vez. Quando olhamos tudo o que temos para fazer, assusta, e passa a impressão de que não vamos dar conta. Quando olhamos pontualmente para cada tarefa, com início, meio e fim programados, temos a certeza de que vamos realiza-la, e este sentimento nos torna mais produtivo e focados. Bom, isto não vai diminuir a quantidade de trabalho, mas vai organizar e sistematizar as nossas ações.

Outra forma de trabalhar é separar as tarefas por ordem de prioridade. Para isto o empreendedor precisa ser muito racional e entender, de maneira bem clara, qual é a gravidade, a urgência e a consequência de cada tarefa. Mas porque isto exige um trabalho mental? Porque as nossas expectativas são fortemente embasadas no nosso emocional.

Quando temos uma expectativa muito emocional, ela influencia a nossa tomada de decisões, e pode fazer com que priorizemos tarefas que supram as necessidades emocionais. Quando a onda de emoção passa e a razão volta a decidir, percebemos tarde demais que escolhemos as prioridades erradas.

Neste contexto, é preciso muita força de vontade para a tomada de decisões, portanto, decida priorizar o que é necessário fazer, e não o que mais gostamos de fazer ou aquilo que queremos para satisfazer uma necessidade imediata. Lembre-se, as sensações passam, mas as consequências permanecem. Com isto bem internalizado, o empreendedor decidirá quais tarefas vem antes, quais precisam ser realizadas com urgência e quais tem menos impacto e podem ser realizadas num outro momento.

Todo este processo exige autoconhecimento, pois o empreendedor precisará trabalhar um lado emocional que na maioria das vezes nunca é explorado. Tudo isto não diminuirá a quantidade de trabalho, nem diminuirá a sobrecarga do empreendedor, mas fará ele trabalhar mais focado, aumentando a sensação de autorrealização. Trabalha melhor quem trabalha feliz.

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Empreendedor não sossega, não é mesmo? Nem terminou um negócio e já quer vender para investir em uma nova ideia. E aí, como verificar quanto vale a sua empresa?

O mundo dos empreendedores é assim mesmo. Não criam a própria empresa para ficar com ela a vida toda, mas sim porque são motivados pelo desafio de querer gerar o retorno financeiro o mais rápido possível. Se o negócio prospera rápido, vem as perguntas: está na hora de vender? Quanto vale a minha empresa?

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